Para conhecer e curtir Lô Borges
Complementando a última coluna (se ainda não leu, confira AQUI), criei uma playlist que acompanha a
carreira do Lô Borges ao longo do tempo.
Confira a playlist no link: bit.ly/tidal-loborges
Para quem já conhece sua obra, é só curtir. Para quem conhece superficialmente,
é a chance para viajar pela carreira de um compositor inspirado e inovador.
Dividi a sequência assim:
Faixas 1 a 12 – o mundo conhece Lô Borges: são faixas do início da carreira nas
quais Lô mostra suas credenciais. Primeiro, como compositor em faixas do álbum
“Milton”, depois como cantor no legendário “Clube da Esquina” e, finalmente, na
sua estreia solo no chamado “disco do tênis”.
Faixas 13 a 19 – o retorno: após o estafante processo de gravação do “tênis”,
Lô Borges se afasta do mundo da música para voltar sete anos depois. Porém,
volta em grande estilo com o excelente “A Via Láctea”.
Faixas 20 a 28 – um novo retorno e o século XXI: após outro hiato entre 1984 e
1996, Lô Borges retorna para uma fase muito produtiva que vai até os seus
últimos momentos.
Faixas 29 a 32 – parcerias pop: Lô Borges emplaca grandes sucessos, seja em
parcerias com Samuel Rosa e Nando Reis ou na voz do eterno parceiro Milton.
Faixas 33 a 35 – o “Clube da Esquina”: para fechar a lista, uma curiosidade. As
três faixas que acabaram batizando o movimento criado por Lô, Milton, Beto
Guedes e companhia. A primeira foi gravada no álbum “Milton” de 1970. Na
sequência, a clássica “Clube da Esquina No. 2” na versão original,
instrumental, do álbum “Clube da Esquina”. Lô Borges não queria letra na
música, mas Nana Caymmi convenceu Márcio Borges a escrever versos que se
imortalizaram. A versão com letra se tornou um verdadeiro hino e era impossível
Lô fazer um show sem passar por ela.


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