Streaming: ética para se ouvir música e a tal experiência do usuário

 


ALERTA: vou falar de plataformas comerciais com as quais não tenho nenhuma afiliação, descontos ou coisa parecida. Ao contrário, pago pelo serviço. Não estou indicando e, menos ainda, ganhando qualquer coisa para falar delas.

A dica de hoje é um texto de autor que tenho gostado muito e que descobri no ecossistema de blogs do Substack, Joel Gouveia. Apesar do nome português, não sei se é brasileiro, português ou descendente dessas nações. Ele escreve em inglês desde Toronto sobre a indústria da música e, em especial, sobre música independente e como artistas desse mundo podem construir sua base de fãs.

O texto em especial trata do problema do streaming e sobre como o Spotify virou um mar de playlists fajutas montadas em cima de artistas falsos e de música descartável criada por IA. E fala também sobre uma plataforma que tenho ouvido falar com frequência, que é a Qobuz. O grande mérito da plataforma é recompensar melhor os artistas e garantir uma curadoria mais bem feita por humanos e não algoritmos.

Tentei testar a plataforma, mas, por razões pessoais, não consegui dedicar tempo e mantive a minha atual, o Tidal. Quando migrei para o Tidal, as razões foram duas: promessa de som de melhor qualidade por conta de compressão sem perdas e porque era uma das que melhor remunerava os artistas a cada execução de música. Hoje quem alega que paga melhor os artistas é o Qobuz. Acredite em mim: ou a nós começamos a remunerar melhor os artistas, ou corremos sério risco de um apagão criativo em um futuro breve. Mas isso é algo para se escrever em outro texto, elaborando melhor.

Então fica a dica para a leitura do texto no link a seguir:

https://joelgouveia.substack.com/p/escaping-the-devil-you-know-what


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